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terça-feira, 15 de junho de 2010

Ajuda Humanitária?! Não! Guerra!

«"Navios iranianos preparam viagem humanitária para Gaza"
Navios iranianos com auxílio para Gaza devem partir na próxima semana, noticiou a agência noticiosa estatal IRNA, citada pela AlJazeera.Net. A concretizar-se, a acção fará subir a tensão na região.» (Público, 15.06.2010)

Fonte: http://www.publico.pt/Mundo/navios-iranianos-preparam-viagem-humanitaria-para-gaza_1441970

Ah! Assim gosto mais! "Ajuda humanitária" sem subterfúgios "do bem". Não! Ajuda humanitária para incentivar a guerra! Pois claro, what else, não tem sido sempre esse o objectivo?!Esse ou só a letargia das populações? "Queres comer? Toma lá que os povos desenvolvidos dão, mas ficas aqui quietinho e não resmunga". Ao menos desta vez o objectivo "guerra" é às claras!

Começo também a indagar se isto não tem sido uma armadilha, com meios trágicos de morte de activistas, para o resto da malta da zona forçar um conflito. Os serviços secretos israelitas não eram dos melhores do mundo...? Alguma coisa não bate certo...

Mas alegremo-nos! Deve vir aí guerra não tarda!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Pena de Morte no Irão




29 pessoas foram executadas no Irão, ontem, dia 27 de Julho.


«The Iranian judiciary's statement said that all 30 were convicted of various crimes, which included: murder, murder in commission of a crime, disturbing public safety and security, being a public nuisance while drunk and being involved in illegal relationships -- relationships between men and women who are not married to each other» (in http://edition.cnn.com/2008/WORLD/meast/07/27/iran.executions/index.html [28/07/2008]).


A pena de morte continua a ser extensivamente usada no Irão, na Arábia Saudita, no Iraque no Iémen e na China, cujos governos continuaram a estar entre os principais executores mundiais.

Segundo dados do último relatório da Amnistia Internacional, as autoridades iranianas usaram as execuções para intimidar oponentes, levando a cabo enforcamentos em público.

O Governo da Arábia Saudita, por seu lado, falou em reformas legais, mas sancionou um rápido aumento no número de execuções na sequência de julgamentos injustos. Muitos réus eram cidadãos estrangeiros, normalmente trabalhadores migrantes pobres africanos ou asiáticos, que foram condenados na sequência de julgamentos conduzidos numa língua que não entendiam. Alguns só foram informados de que iam ser executados pouco tempo antes da sua morte.

No Irão, entre as pessoas executadas encontravam-se pessoas condenadas por crimes morais. Pelo menos uma pessoa foi apedrejada até à morte.